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A APADEM é uma entidade de Volta Redonda - RJ - Brasil, que tem como principal finalidade colaborar na assistência e formação das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista, apoiar suas familias e promover a integração entre o poder público, a comunidade, escola.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Materiais Práticos Para Comunicação Alternativa

Amigos,
Vemos a necessidade de nossos filhos autistas se comunicarem para que tenham melhor qualidade de vida, e para isso buscamos por idéias que nos permitam ensinar-lhes como fazer essa comunicação acontecer.
Boas idéias em relação a isso eu vi nos sites espanhóis Educa Madri e Deletrea. Para que pudesse postá-las aqui, eu mesma fiz a tradução, e espero que me desculpem se encontrarem falhas, e também as fotos que não estão de muito boa qualidade.
Espero que gostem e desenvolvam esse trabalho.
Os endereços dos sites se encontram no final da postagem.

Abraços Fraternos,
Claudia Moraes
(Presidente da APADEM)


Agendas pessoais para crianças com autismo

Nos últimos anos, foi desenvolvido o uso de “agendas” nos contextos de aprendizagem de crianças autistas. Se trata de procedimentos que implicam no registro (gráfico ou escrito) de sequências diárias de atividades, e frequentemente o resumo simples de sucessos relevantes do dia. Facilitam a antecipação e compreensão das situações, inclusive de autistas de nível cognitivo relativamente baixo e com eles devem usar-se cartões visuais como chaves de organização do tempo. As agendas tem efeitos positivos na tranqüilidade e bem-estar das crianças autistas, favorecem sua motivação para a aprendizagem e contribuem a dar ordem a seu mundo. As dificuldades de previsão que padecem as pessoas autistas constituem um dos déficits mais importantes na hora de entender e intervir ante condutas desconcertantes, sensação de desconexão, e na presença de estados de ansiedade, nervosismo, e inclusive problemas de conduta. Provavelmente, situações deste tipo junto com um grave problema de comunicação, constituem o núcleo central da explicação dos problemas de comportamento que apresentam algumas pessoas autistas, especialmente quando são pequenos ou se encontram muito afetados no grau de inteligência ou do autismo.
Ademais, estes sistemas de antecipação estão intimamente relacionados com o sentido da ação. As pessoas autistas, inclusive as mais capazes, tem dificuldades para organizar as sequências de ação seguindo um plano concreto.
Daí a importância de idealizar métodos que ajudem a antecipar o futuro, já que avisar verbalmente dos acontecimentos que vão a ocorrer não se resulta útil para a maioria dos autistas. Este é um dos objetivos do Projeto PEANA, a representação da realidade mediante fotografias ou pictogramas, utilizando chaves visuais que situem os sujeitos no espaço e no tempo, cartazes com desenhos que representam a realidade e antecipam o que vai ocorrer, respondendo a “que vou fazer hoje?”.
Este planejamento resulta de grande utilidade dentro do contexto educativo, especialmente com crianças pequenas ou com aqueles que carecem de linguagem. Mas a vida das pessoas autistas não começa, nem acaba, no centro escolar e se torna muito difícil transferir todo este material a contextos distintos como a rua, ou inclusive a lugares diferentes do habitual.
Uma possível solução a estas necessidades particulares é a utilização de Agendas Pessoais realizadas com desenhos em cartões. A idéia básica consiste em representar numa simples folha de papel com desenhos esquemáticos, mas realistas, cada uma das atividades e acontecimentos que ocorram no dia, ou em um período do dia, detalhando-os o máximo possível. Este sistema permite habituar a criança a interpretar os distintos cartões com conteúdos muito variados, de tal forma que quando os planos mudarem, como ocorre em datas especiais como festas de fim de curso na escola, não traga problemas nem para o professor, que confecciona a agenda no momento, incluindo trocas de última hora se for necessário, nem para o autista que interpreta com facilidade os novos pictogramas e os associa, são dificuldades com as atividades que se vão realizando.
Os pictogramas utilizados como sistema de antecipação são mais efetivos se cumprirem uma série de requisitos:
Que os desenhos sejam simples, esquemáticos, mas que se ajustem a realidade; facilmente decifráveis, sem muitos elementos, mas que contenham aqueles representativos da atividade.Descrever o maior número de detalhes que seja possível.Escrever debaixo/em cima do desenho o que for representado. Desta forma se oferece um tempo extra detendo-se no cartão, tempo que se oferece a possibilidade de que comecem a decifrar a linguagem escrita, ou ao menos que se associe um determinado rótulo com uma atividade.Empregar determinados sinais específicos para ampliar a informação gráfica (ver, subir, baixar, …)
Ademais da função da previsão, com a realização de agendas se pretende conseguir um objetivo a longo prazo: que os sujeitos que tenham recebido este tipo de tratamento sejam capazes de planejar suas próprias atividades, realizar suas próprias agendas em função de suas preferências e de necessidades contextuais.
As agendas se fazem todos os dias na escola e habitualmente é a primeira atividade depois de ter una pequena conversa de saudação. Se desenham na presença da criança, ao mesmo tempo que se vai dizendo o que se desenha. Posteriormente, com crianças não- verbais, se aponta cada um dos cartões e se rotula com gestos; para a aqueles sujeitos que possuem linguagem oral, ainda que seja mínima, se pede que leiam o que foi representado, para comprovar sua compreensão e ajudar-lhes quando não entendam.
Ao largo do dia, se consulta a agenda quando se troca de atividade, se não se recorda de memória. Se em algum momento não dá tempo de realizar alguma atividade, ou é necessário mudar de planos, se rasura o pictograma e entre dois cartões se pode desenhar a nova atividade. Finalmente, ao terminar a jornada, ou finalizar o planejado numa agenda, se volta a ler, com a intenção de repassar situações comunicativas, como contar a família o que foi feito.
O planejamento não só é necessário no contexto educativo; também nas tardes, nos fins-de- semana e nas férias, sem eles se torna muito mais desconcertantes e imprevisíveis para os autistas, já que estando menos estruturados, respeitam menos as rotinas e é possível que tenham de interagir com pessoas as quais não estão habituados. Por isso, nestes âmbitos se torna mais necessário o uso de sistemas de antecipação. Os pais, irmãos, ou qualquer pessoa que vá dirigir as ações da criança, podem planejar o dia, utilizando o sistema de agendas.
Através dos pictogramas um grupo autistas pode conhecer com antecipação o que vai ocorrer, mas também pode utilizar-se como sistema de planejamento. Quando as crianças se habituam a utilizar este instrumento e lhes oferece a opção de ir elegendo entre duas possíveis atividades, de alguma forma, se lhes está proporcionando uma primeira oportunidade de tomar decisões, de planejamento.
Ademais o aspecto motivacional pode ser muito importante, sobretudo em habilidades como as de planejamento, que supõem um dos déficits nucleares e que requerem um grande esforço para os sujeitos autistas. A organização do material nesta modalidade e desta maneira facilita a decodificação da informação, adaptando-a ao peculiar sistema cognitivo autista. Se lhe oferece a possibilidade de compreender o que tem que fazer e como, além de trabalhar com material atrativo.


Fotografias para Realização de Tarefas

O uso de agendas, e outros sistemas de antecipação, ajuda as pessoas a dar sentido a experiência a ação. Os ambientes antecipáveis, previsíveis e estruturados permitem melhorar o autismo, provocando uma serie de mudanças nos aspectos cognitivos, lingüísticos e gerais.
Uma das mudanças mais importantes e significativas que produziram nos últimos quinze anos no âmbito da educação das pessoas autistas tem sido considerar central a funcionalidade e significação das tarefas. É dizer, que o produto final tenha um sentido para elas, que possam entender a finalidade da realização de uma série de pequenas condutas encadeadas (meios) para conseguir um produto final (meta). Por ele, o trabalho com pessoas autistas se realiza, cada vez mais, em ambientes naturais e as tarefas são mais funcionais.
Mas, na maioria dos casos, e inclusive em crianças com aceitável competência lingüística, se torna necessário levar a cabo várias vezes a atividade, para que sejam conscientes da meta, e ainda assim, se requer de muito tempo de treinamento com técnicas específicas condutuais (encadeamento ou auto-instruções), para que se realize a ação completa de forma independente.
Por definição, os repertórios de condutas das pessoas autistas, segundo o DSM IV, podem ser restringidos e pouco imaginativos. A maioria das condutas que realizamos habitualmente podem não ser significativas para elas, não tem sentido e, portanto, não são motivantes.
Parece, pois, que se de forma externa podemos apresentar todos os passos representativos da ação (é dizer a tarefa), e especialmente assinalamos os efeitos da ação, a meta, facilitamos que uma pessoa possa realizá-la de forma completa e com sentido.
Os passos que compõem uma tarefa até sua conclusão (meta), podem fotografar-se e apresentar-se sequencialmente em um suporte, ou desenhar-se com o sistema de vinhetas. O sistema é similar ao das agendas: se fazem os desenhos na presença do interessado e se repassam com ele, antes de atuar, tentando que vá relatando os passos que vai ter que dar, para depois começar a levar a cabo a ação. Nos primeiros dias, ou nas primeiras vezes, se acompanha e se vai assinalando a analogia entre o que vai realizar, ou o que está realizando, e o desenhando.
No principio, assinalar os passos e a meta de uma conduta complexa parece mais necessário em crianças de nível baixo ou de nível cognitivo médio, mas também é possível utilizar este sistema para guiar condutas mais elaboradas em sujeitos de alto funcionamento. Se pode conduzir una sequência de jogo simbólico apresentando o roteiro do jogo, com apoios para as verbalizações, ou utilizá-las como chaves externas para treinar habilidades de conversação.


MATERIAL DE COMUNICAÇÃO PARA TRABALHAR OS DIFERENTES CONTEÚDOS ASSINALADOS.


MENÚ DIARIO COM PICTOGRAMAS E FOTOGRAFIAS.
HORÁRIOS PICTOGRÁFICOS.
ESTAÇÕES – CLIMA – PRÓXIMA FESTA.
SEQUÊNCIA “FIM DE SEMANA”.
EXEMPLOS DE CADERNOS INDIVIDUAIS.
EXEMPLOS DE OUTRAS ATIVIDADES ONDE SE PODE UTILIZAR O S.P.C. (SISTEMA DE COMUNICAÇÃO POR FIGURAS)



1. MENÚ DIARIO COM PICTOGRAMAS E FOTOGRAFIAS.
Este material se compõe de uma caixa de fotografias com todas as comidas do refeitório escolar, distribuídas em primeiros pratos, segundos pratos e sobremesa.
As fotos vão acompanhadas de um painel grande em que cada dia se colocará na primeira fileira, a continuação do símbolo de hoje, o do dia da semana. Para os dias escolhemos como pictograma uma palavra que comece pela mesma sílaba, o que facilita aos alunos a recordar os nomes. Na continuação está o símbolo de comer.
Na segunda fileira há os símbolos do número 1 e prato, na célula seguinte os alunos buscarão a comida correspondente e a colocarão. O mesmo processo se seguirá com a terceira e quarta fila, que correspondem ao segundo prato e a sobremesa.
Uma vez colocado o menú do dia, os alunos, apoiando-se na sequência lógica que lhes proporciona o painel através dos símbolos dirão o menú do dia:






“Leremos”: hoje é segunda-feira e vamos comer de primeiro prato feijão branco, de segundo prato salsichas e batatas fritas, e de sobremesa uma pera e um copo de leite.
Esta atividade se trabalha em grupo. Cada aluno dirá, por turno, o menú do día.
Outra forma de trabalhar o mesmo conteúdo é a seguinte: cada aluno do grupo terá, em tamanho de folha, o painel da atividade, y duas folhas mais, com as comidas correspondentes. Este material está plastificado e cada pictograma ou fotografia será grudado com velcro a folha. Eles deverão eleger e situar corretamente cada um deles.










Com o painel se trabalham vários objetivos:
Para alunos com graves dificuldades de articulação, este tipo de material com apoio gráfico lhes dá por um lado a segurança de ser entendidos, ademais ao trabalhar-se de forma sistemática, faz com que vão assimilando a estruturação de frases bastante complexas, que de outro modo não seriam capazes de realizar. A articulação das palavras que se trabalham melhorará notavelmente.
Para alunos com escassas ou nulas capacidades orais, com o painel se conseguem os mesmos objetivos. Se o aluno conhece sinais Libras em lugar de dizer a palavra fará o sinal correspondente, se utiliza o S.P.C responderá com seu material individual (painel pequeno ou Caderno de Comunicação). Desta maneira no mesmo grupo alunos com distintas formas de comunicação trabalharão o mesmo e se entenderão uns aos outros.
Este material também servirá para alunos com linguagem oral, já que esta disposição dos pictogramas e fotografias, lhes ajuda a melhorar a estruturação das frases.
Ademais permite trabalhar sequências temporais com os dias da semana e na ordem dos pratos. Clasificação de alimentos segundo a ordem lógica e aumento do vocabulário dos alimentos. Nos alunos com melhor capacidade cognitiva podemos trabalhar os ingredientes de cada prato , como se elaboram, etc.

2. HORÁRIOS PICTOGRÁFICOS.
Este material está composto pelos seguintes pictogramas:
Días da semana: escolhemos como pictograma uma palavra que comece pela mesma sílaba, o que facilita aos alunos a recordar os nomes.
Oficinas: Ludoteca, Aula de estimulação, Aula-lar, Informática e Psicomotricidade.
Estâncias comuns: classe, banho, refeitório, recreio, etc.
Serviços: fisioterapia, hidroterapia, logopedia
Educação Física, Música e Religião.
Vários: casa, ônibus, excursão.
Preparamos dois tipos de painéis, que se trabalharão em cada grupo dependendo das características dos alunos:
Um semanal mais simples em que se irão colocando cada dia as atividades do grupo, distribuídas com os tempos fixos como referência. Os alunos do grupo prepararão no horário as atividades do dia. Depois em cada troca poderão responder onde vamos agora ou o que vamos fazer.
E outro painel, no qual se incluem todas as atividades da semana.
Igual no menú diário cada aluno responderá em função de suas possibilidades comunicativas: com gestos ou naturais, com indicação de pictograma, com palavra ou com formas mistas: gesto e/ou sinalização pictograma e/ou palavra oral.
Ademais da melhora da comunicação trabalharemos a estruturação temporal (muito custosa para nossos alunos) e o conhecimento do colégio.
Incluímos dois painéis colocados para que se entenda mais claramente sua utilização:






3. ESTAÇÕES – CLIMA – PRÓXIMA FESTA.
Este material está composto de um painel e uma série de pictogramas que representam as estações, o tempo atmosférico e as festas do colégio.
Colocamos um exemplo:




“Leremos”: hoje está nublado, estamos na primavera e a próxima festa és celebrar um aniversário.
Este material será preparado para alunos com um bom nível de compreensão. Apesar deles não temos incluído os meses do ano, já que os que podem chegar a este nível de conhecimentos, possivelmente não necessitem um apoio gráfico para aprendê-lo.
Também neste caso se elaborou em tamanho pequeno para o uso individual de alunos.

4. SEQUÊNCIA “FIM DE SEMANA” As segundas sempre se pede aos alunos que contem o que fizeram no fim-de- semana. Observamos que lhes custa muitíssimo. São capazes de recordar atividades isoladas sem nenhuma ordem temporal. Por isso desenhamos um painel com pictogramas das atividades mais comuns que contam.
O painel é muito aberto. E só se diferencia sábado e domingo. Se deixa assim para facilitar distintas formas de trabalho em função do nível do alunado. Para iniciar o trabalho se dará a sequência bastante elaborada pedido-lhes unicamente que recordem uma atividade muito significativa:
“levantar-se da cama – desjejum – asseio – atividade a ser dita por eles – almoço – atividade a ser dita por eles – jantar – deitar-se”
Neste inicio, o objetivo não é a veracidade da informação que nos dão, nem a ordem exata em que fizeram o que contam. O mais importante é que interiorizem a sequência do dia e diferenciem o fim de semana dos dias de colégio.
Ao dizer o aluno uma atividade concreta, se tentará que a recorde com detalhe e cada vez que melhore sua estruturação de frases:
Por exemplo: um aluno diz “parque”, lhe perguntaríamos: quem foi contigo? O que fizeste no parque? Toda a sequência se coloca no painel para que logo possa repeti-la com a ajuda visual sujeito + verbo + complemento.
Se procurará trabalhar os links temporais entre atividades (logo, depois, então, pela manhã, pela tarde, pela noite, etc). Contar com uma sequência pictográfica faz com que correlacionem o conceito espacial com o temporal, visualizando a ordem cronológica.
Progressivamente se irá deixando que os alunos ordenem a sequência por si mesmos. Uma possibilidade és ter como modelo a do sábado e que eles copiem o domingo, até que sejam capazes de expressá-la sem o apoio pictográfico.

5. EXEMPLOS DE CADERNOS INDIVIDUAIS






6. EXEMPLOS DE OUTRAS ATIVIDADES ONDE SE PODEM UTILIZAR O S.P.C TABULEIRO DE DADOS PESSOAIS:
Pode completar-se de duas formas:
Primeira caixa: pegando sua fotografia ou pegando seu nome e sobrenomes.
Segunda caixa: pegando o número de anos que tem.
Terceira caixa: pegando a fotografia de sua mãe ou seu nome.
Quarta caixa: pegando a fotografia de seu padre ou seu nome.
Quinta caixa: seu endereço, dependendo do nível, pode ser somente o bairro ou o endereço completo.
Número de telefone: o objetivo final será que o memorizem.




SEQUÊNCIAS TEMPORAIS:


SEQUÊNCIA TEMPORAL: LAVAR AS MÃOS




SEQUÊNCIA TEMPORAL: UTILIZAR O SANITÁRIO




SEQUÊNCIA TEMPORAL: ESCOVAR OS DENTES





As três sequências, com sete pictogramas cada uma, podem trabalhar-se de distintas formas. Principalmente servem como apoio visual na realização das atividades, mas também podem facilitar aos alunos o aprendizado de “ordenar de forma lógica um processo”. Assim, trabalhando cada pictograma em separado, eles poderão ordenar quais são os passos para realizar uma atividade. O que a maioria dos alunos tem dificuldade de fazer.
FONTE:



6 comentários:

  1. Oi Claudia, linkei voces com o TAI. beijos, ótimo blog!
    Valéria

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  2. oi muito bom teu trabalho,gostaria de receber mais informação sobre ele.Obrigada ,parabéns mariza
    marisainsabral@HOTMAIL.COM

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  3. Parabéns pelo excelente Trabalho utilizando a comunicação Alternativa.
    Fonoaudióloga Ingrid

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  4. o material é ótimo pois eu tenho um aluno e trabalho a comunicação alternativa para me comunicar com ele,pois estou com dificuldafe em montar uma prancha com as letras do alfabeto e númeraos. gostaria de mais informação de como trabalhar pequenos textos com esse aluno por meio da C A,ele tem boa compreensõa.
    andreaventurin@hotmail.com

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  5. Olá achei ótimo o seu trabalho. Gostaria de saber se a comunicação alternativa tem uma certa idade para trabalhar ou se em qualquer idade ela dá condições para um autista se comunicar, pois tenho um aluno autista severo 18 anos e estou tendo muita dificuldade, poderia me dar uma orientação?

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  6. Olá Luci,
    Vc pode usar a comunicação alternativa com qualquer idade, mas quanto mais cedo, melhor.
    Tenho um filho com 22 anos, e ele começou aos 20, hoje já está com a prancha do EU QUERO, que corresponde a 4ª fase do PECS.
    Se vc quiser mais informações, escreva para o email apademvr@gmail.com e eu te respondo com prazer.
    Abçs
    Claudia Moraes

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